FAZENDO MALAS

Eu já achava que não ia acontecer mais, mas aconteceu: o Minha Vida de Cinéfilo 2 lotou.

Assim, agora estamos atendendo no Boulevard do Crepúsculo. Ele já está no ar - não repare que os móveis ainda estão sendo arrumados - mas começamos com um passeio pelas bondgirls que acompanharam James Bond em seus filmes. Vai perder?

SUPER-ELEITO

A trilha de John Williams para Superman - O Filme, por favor...

SUPER

Crise? Isto é um trabalho para...

(Ele já disse que veio de Krypton, mesmo...)

Hello, Americans! Go for Obama today!

A VOLTA DO PELEZINHO?

A idéia é muito boa. Maurício de Sousa e Pelé se encontraram em um evento beneficente este semana e o quadrinista disse ao ex-jogador seu plano (infalível?): o de que o Pelezinho seja o mascote da Copa de 2014! Na próxima semana, ele discutem a proposta que será apresentada aos dirigentes esportivos.

O Pelezinho estrelou sua própria revista nos anos 1970, com histórias e personagens a princípio inspirados na infância do Rei (a experiência é uma antepassada da que hoje é feita com o Ronaldinho Gaúcho). Fora da mídia há tempos, o personagem seria revitalizado pela jogada de mestre (Pelé já disse que autorizaria a republicação das revistas) e também seria de imediata identificação mundo afora, na divulgação da Copa.

Pelezinho estrelou 58 revistas de 1977 a 1982 com um universo próprio dentro dos quadrinhos de Maurício. Depois, voltou em edições especiais para as copas de 1986 e 1990 e para os 50 anos de Pelé. Seria muito legal tê-lo chutando umas bolas contra o Frangão de novo! 

ESTRÉIAS DE SEXTA, 30/10, EM JP
- Espelhos do Medo: Jack Bauer enfrenta um inimigo de outro mundo e... Não, não, é só o Kiefer Sutherland num filme de horror. Outra refilmagem de um terror oriental, desta vez de um coreano (e filme coreano de horror é assunto para o André Ricardo).
 
- A Guerra dos Rocha: Jorge Fernando junta um monte de atores globais para mostrar a confusão de três filhos que não querem cuidar da mãe velhinha - só que a mãe é interpretada pelo Ary Fontoura.
 
- Jogos Mortais V: Uma das séries mais sem-vergonha da história ganha mais um episódio. Sem-vergonha, sim, senão não faria um filme por ano a toque de caixa. Mutilações e torturas físicas garantidas.
 
... e em Campina Grande, estréia Corrida Mortal.
NATALIE PORTMAN E A CRISE MUNDIAL
Qual a solução para a crise mundial? As atrizes Natalie Portman e Rashida Jones (de The Office) lançam sua proposta neste vídeo fofo: cãezinhos!
See more Natalie Portman videos at Funny or Die
ABERTURAS DE NOVELAS/ BREGA & CHIQUE

A palavra "brega" não era comum no vocabulário nacional até que essa novela das sete entrou no ar. Brega & Chique (1987) mostrava uma divertida em bem sacada inversão, ao faz a ricaça vivida por Marília Pêra perder a fortuna (e a pose) e a mulher de subúrbio Glória Menezes virar uma nova-rica. Muita risada garantida, com um elenco que ainda tinha Marco Nanini antes da TV Pirata e, por tabela, da associação com o núcleo Guel Arraes. A abertura alterna mulheres em versões brega e chique de um jeito que a gente nem sabe bem onde começa um e termina o outro (ainda mais se tratando dos divertidos anos 1980). A edição ágil e algo sexy ganham pontos, assim como a música antológica do Ultraje a Rigor. Esta é a versão original da abertura, sem a impagável folhinha de parreira que o politicamente correto fez a Globo incluir depois para encobrir a bunda do cidadão, no final. E atenção para Doris Giesse, entre as moças que aparecem.

Anterior: Elas por Elas (role a página)

DOIS AVISOS

1 - O post de alguns dias sobre a Turma da Mônica Jovem foi atualizado. Rolem a página para ver mudanças nas imagens e informações novas no texto.

2 - O André está de blog novo (de novo). Agora, os textos do nosso amigo poeta estão no Fora da Gaveta. O link na lista de blogs já está atualizado, ok?

ESTRÉIAS DE SEXTA, 24/10, EM JP

- High School Musical 3 - Ano da Formatura: Depois de dois telefilmes, o fenômeno musical-adolescente da Disney leva sua terceira parte aos cinemas. Agora, os jovens vivem o último ano do colegial e o casalzinho protagonista vive o medo de se separar no fim do ano, se forem para faculdades diferentes. Promessa de muita dancinha de videoclipe. No Box e no Tambiá, só dublado, com canções no original em inglês e legendadas.

- Noites de Tormenta: Richard Gere e Diane Lane fazem pela terceira vez um par romântico (as outras foram em Cotton Club, 1984, e Infidelidade, 2002). Agora, eles se conhecem numa praia isolada, onde vão para fugir dos problemas que cada um já tem com suas famílias. O problema é que ela é casada e vai ter que encarar isso depois. No Box e no Tambiá.

- Promessas de um Cara de Pau: Um dos piores títulos brasileiros do ano para Swing Vote, onde Kevin Costner é um pai relaxado, sem o menor interesse de votar numa eleição. Sua filha, muito consciente, vai no lugar dele e um inédito empate acaba criando uma confusão para ele. Só no Box.

HQ/ THE SPIRIT - 1 E 2

½
½

 

À sombra de Eisner

O desafio que Darwyn Cooke se impôs é bem complexo: não imitar passo a passo o estilo do mestre Will Eisner, mas também não desrespeitar a obra dele. É nessa corda bamba que caminha The Spirit (Panini, 6 edições, R$ 4,90 cada), a releitura que Cooke - roteirista e ilustrador da esplêndida DC - A Nova Fronteira - se propôs a fazer do personagem de Eisner.

Cada edição compila duas edições originais da série de Cooke - que, nos Estados Unidos, durou doze números. O que o autor busca é uma espécie de diálogo com a série clássica de Will Eisner, publicada nos anos 1940. O Spirit aparece em um mundo atualizado, de computadores e celulares, onde ele é um antiquado crônico. Darwyn Cooke não arrisca no expressionismo com o qual Eisner marcou a história das HQs, preferindo usar seu estilo leve e retrô, com citações como o uso criativo do título, integrado à cena de abertura.

Cooke também cria situações para o passado de alguns personagens da série, como a vilã P’Gell e o próprio Spirit. Há uma tênue continuidade de uma história para outra, mas o foco está em aventuras diretas e fechadas. A série segue ao especial Batman/ The Spirit, escrito por Jeph Loeb e ilustrado por Cooke - e onde o desenho superava e muito o texto. O novo The Spirit não quer competir com Eisner - ainda bem - contentando-se em ser uma prazerosa e bem cuidada leitura - já é bem melhor que o encontro com o Morcego e não desvirtua a série de Will Eisner como o filme de Frank Miller que vem por aí cada vez mais parece que vai fazer.

 

A CASA DA MÃE JOANA

½ 

Neopornochanchada

Hugo Carvana tem uma longa lista de serviços prestados à comédia no cinema brasileiro. Os pontos altos são Vai Trabalhar, Vagabundo (1972) e Bar Esperança (1983), um filme sobre malandragem e outro sobre boemia, mas ambos trazem histórias que ressaltam a amizade. A Casa da Mãe Joana (Brasil, 2008) dificilmente se colocará ao lado deles, mas mantém o interesse temático na história dos três amigos de meia-idade, golpistas e bon vivants, que dividem um apartamento e estão correndo o risco de serem despejados.

Se Carvana fez sua homenagem às chanchadas da Atlântida com seu filme anterior, o pouco visto Apolônio Brasil, o Rei da Alegria (2003), agora ele se aproxima das pornochanchadas que estavam no auge quando ele começou como diretor. Há muita picardia em A Casa da Mãe Joana. Até desnecessária em alguns momentos, como se o ótimo elenco não fosse dar conta dos momentos engraçados.

E o elenco é um trunfo do filme. Os personagens principais já formam um time grande (José Wilker, Paulo Betti, Antônio Pedro, Pedro Cardoso, Laura Cardoso, Fernanda Rodrigues, Malu Mader, Cláudio Marzo), mas ainda há participações como as de Arlete Salles, Miéle e Beth Goulart (ótima), além do próprio Carvana. Isso ajuda nos diálogos, que são mais engraçados do que a trama em si, ligeira demais e parecendo uma colcha de retalhos fragilmente costurados.

O resultado é que nem os personagens nem suas histórias são muito bem desenvolvidos - a relação entre Fernanda Rodrigues e Paulo Betti, por exemplo, soa gratuita. A confusão da história toda rende algumas risadas, mas, de maneira geral, sofre para se sustentar. Mas o humor direto tem, sem dúvida, funcionado com o público - afinal, A Casa da Mãe Joana tem sido inegável sucesso de bilheteria.

A Casa da Mãe Joana. Brasil, 2008. Direção: Hugo Carvana. Elenco: José Wilker, Paulo Betti, Antônio Pedro, Pedro Cardoso, Juliana Paes, Malu Mader, Arlete Salles, Agildo Ribeiro, Laura Cardoso, Fernanda de Freitas, Cláudio Marzo, Beth Goulart, Miele, Maria Gladys, Lu Grimaldi, Roberto Maya. Atualmente em cartaz em João Pessoa (no Box Manaíra).

HQ/ TURMA DA MÔNICA JOVEM - 1 E 2

½
½

 

Turma sanitizada

Eu nunca fui fã da estética mangá, vocês sabem disso. Por isso, me dei o direito de desconfiar muito do projeto da Turma da Mônica Jovem. Comprei o primeiro número para conhecer e guardar e o que eu previa se mostrou verdade. O estilo é próximo ao mangá, mas não é mangá de verdade (o que seria até bom, se não fossem aquelas caretas disformes que já estavam contaminando mesmo as historinhas da linha normal). O visual adolescente da turminha está bom quanto às meninas, mas o Cebolinha com mais cabelos - divididos em cinco tufos - e falando os "erres" não faz sentido.

Não dá para esconder que houve uma sanitização da Turma da Mônica, ao colocar o Cascão para tomar banho e a Magali devorando apenas comidas saudáveis - só falta o Chico Bento aparecer falando um português impecável. Uma grande e desnecessária concessão ao politicamente correto, que já fez seus avanços na versão original da turminha, mas foi contido (não sem esforço) pela forte tradição de alguns elementos (como o Cascão não tomar banho). O pior é a inclusão muito forçada de elementos da cultura japonesa na ambientação - o histórico que inventam para os pais da turma, para justificar a aventura que se segue, é absurdo e dispensável. O primeiro número se sai melhor quando se detém na rotina adolescente dos personagens, mas é pena que seja só a introdução da aventura, que prossegue por todo o número 2 e ainda terá seqüência. 

A (muito boa) capa do segundo número, aliás, é uma alusão clara à série Caverna do Dragão, mostrando que a Turma da Mônica Jovem está a fim de ir bem além da brincadeira com o mangá. Pode render, mas deve acertar os ponteiros. O que não dá para negar é a extraordinária repercussão deste lançamento. Na lista dos livros de ficção mais vendidos de O Estado de S. Paulo, pesquisada em 80 livrarias da capital paulista, o número 1 da Turma da Mônica Jovem está há cinco semanas na lista dos mais vendidos. Estava em oitavo no domingo passado e, no anterior, estava em sexto - e com o número 2 em nono! Em livrarias! Ou seja: um sucesso que está indo além das bancas, território habitual dos personagens de Maurício, e que merece ser estudado.

 

BUSCA IMPLACÁVEL

½

Neeson ao resgate

Quando Luc Besson apresentou ao mundo O Profissional (1994), estava também mostrando um vigoroso e ousado estilo para filmes de ação. Já se passaram 14 anos e tudo foi diluído por diretores sem imaginação - alguns produzidos pelo próprio Besson. No caso de Busca Implacável (Taken, França, 2008), o fato de que há poucas firulas pirotécnicas chega a ser algo a favor do filme.

Besson também produz e co-escreve este filme, de Pierre Morel, muito ligeiro e com alguma violência - e Liam Neeson no papel principal! O ator sempre lembrado por A Lista de Schindler (1993) agora é um ex-agente da CIA que tem sua filha de 17 anos seqüestrada na Europa. Com 96 horas para encontrá-la antes que uma organização de tráfico de mulheres dê sumiço na adolescente, ele parte para o resgate.

Morel foi o diretor de fotografia de Carga Explosiva (2002) e Cão de Briga (2005), ambos produzidos e escritos por Besson, e ambos com resultados finais muito aquém de O Profissional e outros bons filmes. Mas Busca Implacável é melhor do que os outros dois, com Neeson, aos 56 anos, contribuindo para dar a seu personagem veracidade, como um pai atormentado pela perda iminente da filha e capaz de tudo na caçada aos raptores dela.

Aliás, o tom alarmista do começo do filme incomoda, mas pode ser justificado pela paranóia adquirida pelos anos de trabalho como espião. Em todo caso, trata-se de um filme de ação honesto e ligeiro, em que o personagem ao menos tem o mérito de usar a cabeça em sua investigação (além das técnicas de combate) e com algumas situações realmente boas. Não há originalidade ou qualquer aspecto realmente especial, mas também nada que faça mal ao cérebro.

Busca Implacável. (Taken). França, 2008. Direção: Pierre Morel. Elenco: Liam Nesson, Famke Janssen, Maggie Grace, Xander Berkeley. Atualmente em cartaz em João Pessoa (no Box Manaíra) e em Campina Grande.

MAMMA MIA! - O FILME

½

Livre, leve e solto

Há muitas considerações a serem feitas a respeito de Mamma Mia! - O Filme (Mamma Mia!, Reino Unido/ Estados Unidos/ Alemanha, 2008). Em linhas gerais, pode-se dizer que o filme tem seus defeitos, mas os supera com bons momentos, muita leveza e despretensão. E uma maravilhosa Meryl Streep, que se atira com garra até nos momentos assumidamente ridículos e consegue convertê-los em fator de diversão e até de emoção verdadeira. Ela já vale o espetáculo, mas o filme, felizmente, tem mais do que ela.

A história, criada para o musical que estreou nos palcos londrinos em 1999 e depois chegou à Broadway - mostra como Sophie (Amanda Seyfried), às vésperas do casamento, convida para a festa seus três possíveis pais (Pierce Brosnan, Colin Firth e Stellan Skasgard) - sem que a mãe, Donna (Meryl), saiba. Tudo se passa em uma ilha grega, onde as duas são donas de uma vila. É o pretexto para amarrar 21 canções do Abba, pelas quais se conta a trama. Como em qualquer filme construído em cima de canções e não o contrário, algumas vezes essa junção parece forçada, mas em geral o casamento entre música e história funciona bem.

Há momentos esperados, como os usos de “The winner takes it all” para um casal que lava a roupa suja ou “I do, I do, I do, I do, I do” em um casamento. Mas outros surpreendem, como o de “Chiquitita”. Ou “Dancing queen” descambar em uma espécie de manifestação feminista. Nesse e em outros números musicais, as pessoas que nada tem a ver com a história central e acompanham os atores principais nas canções sem razão aparente é motivo para um estranhamento inicial, mas Mamma Mia! resolve isso com uma saída hábil: elas evocam o coro das tragédias gregas. É claro, há uma relação aqui com o próprio Abba, cujas músicas são marcadas por um trabalho vocal muito forte.

Até nisso o arranjo das canções ficou próxima aos originais do grupo sueco. Embora o fato de que os atores muitas vezes são coberto pelo côro pudesse ser um ponto negativo, até ajuda ao minimizar a participação de Pierce Brosnan, nada à vontade. Colin Firth e até Stellan Skasgaard estão melhores cantando. Nos papéis de amigas de Donna, Christine Baranski dá um show enquanto a ótima Julie Walters, aqui, não evita a hiperatuação.

Mamma Mia! é da geração de musicais de cinemas inspirados em sucessos da Broadway - como Evita (1996), Chicago (2003), Os Produtores (2005), Dreamgirls (2007), Hairspray (2007), Sweeney Todd (2008). Como todos estes (menos Os Produtores), há muito mais música do que nos musicais clássicos. O resultado é que, mesmo quando as canções são bem encadeadas, parece haver história de menos. Não nos casos de Evita ou Sweeney Todd, que assumem realmente o formato operístico - ou seja: são quase totalmente contados através da música. Os demais tem o formato clássico dos musicais da era de ouro de Hollywood: a história é contada em boa parte de maneira tradicional e as canções surgem durante a narrativa. Só que enquanto nos musicais clássicos tinham sete ou oito canções, hoje em dia gira-se em torno de 20.

Felizmente, as canções são um trunfo do filme. Mesmo com tantas delas, o filme de Phyllida Lloyd tem coragem para deixar de lado alguns dos maiores hits do Abba - "Knowing me, knowing you" só aparece como tema instrumental; "Waterloo" só depois que a história acabou, no "bis"; e nem sinal de "Fernando". Phyllida dirigiu também a versão dos palcos americanos e, no cinema, mostra que tem ainda o que aprender. Mas o filme acerta quando mantém algum diálogo com a estética ora simétrica, ora espalhafatosa do Abba. É um detalhe importante porque até justifica esse espírito livre, leve e solto que Mamma Mia! tem à flor da pele, e que pode ser visto como algumas risadas temperadas com uma música impossível de não cantar junto.

Mamma Mia! - O Filme. (Mamma Mia!). Reino Unido/ Estados Unidos/ Alemanha, 2008. Direção: Phyllida Lloyd. Elenco: Meryl Streep, Amanda Seyfried, Pierce Brosnan, Colin Firth, Julie Walters, Christine Baranski, Stellan Skarsgard, Dominic Cooper, Rachel McDowall, Ashley Lilley. Atualmente em cartaz em João Pessoa (no Box Manaíra) e Campina Grande.

ESTRÉIAS DE SEXTA, 17/10, EM JP

Desculpem o atraso!

- Controle Absoluto: Shia LaBeouf e Michelle Monaghan de repente recebem ligações de alguém que está controlando a vida deles e dá instruções que os leva a uma corrida onde podem estar se envolvendo numa conspiração. LaBeouf é o novo queridinho de Steven Spielberg (que é produtor aqui) e Michelle é a bonitinha de filmes fracos como O Melhor Amigo da Noiva ou Antes Só do que Mal Casado. No Box e no Tambíá.

- Mulheres, o Sexo Forte: A rotina de quatro amigas (Meg Ryan, Annette Bening, Debra Messing e Jada Pinkett Smith) e os problemas de ser mulher nos dias de hoje: uma descobre que o marido a trai com uma morenaça (Eva Mendes), outra é workaholic, outra parece só ter vocação para ser mãe, outra é lésbica... Uma peça cuja primeira adaptação para o cinema aconteceu em 1939 ganha uma nova versão em tempos pós-Sex and the City. O elenco é 100% feminino e na direção também está uma mulher: Diane English. No Box e no Tambiá.

... e estreando só em Campina Grande: Noites de Tormenta, com Richard Gere e Diane Lane.

[ ver mensagens anteriores ]